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Junio Depieri

Segurança no Trabalho

Segurança no trabalho com ênfase em segurança no trânsito

postado em 01/11/2014 17:52:56

A partir do dia 1o de novembro, arriscar-se em ultrapassagens perigosas custará mais caro para motoristas

que forem flagrados pela fiscalização. Nesta data entra em vigor a lei federal que altera o Código de Trânsito

Brasileiro (CTB). Entre as onze mudanças no código, estão as que aumentam a multa para esse tipo de

infração e ainda as que endurecem o valor imposto a motoristas que praticam rachas.

 

Ultrapassagem e manobras perigosas com veículo vindo em sentido contrário, o valor da penalidade

aumenta mil por cento, de R$ 191,54 para R$ 1.915,40. Ultrapassar pelo acostamento, hoje de R$ 127,69,

passará a R$ 957,70, uma alta de 650%. E as ultrapassagens em local proibido sofrerão reajuste de 500%,

indo dos atuais R$ 191,54 para R$ 957,70. Os rachas, se terminarem em acidente com morte, poderão levar

o culpado a passar de cinco a dez anos na prisão. Sem vítimas, se a prática for flagrada, pode terminar em

pena de três anos de prisão para os motoristas, e em multa mais cara: dos R$ 574,62 atuais, passará para

R$ 1.915,40. Caso haja vítimas não fatais, a pena prevista no código modificado é de seis anos de prisão.

De acordo com o Denatran, as infrações, além de passíveis de cobranças mais caras, são consideradas

gravíssimas e valem a retirada de sete pontos na Carteira Nacional de Habilitação. A nova lei prevê ainda

que ultrapassagens perigosas e rachas custem aos motoristas envolvidos 12 meses sem o direito de dirigir.

Já se o culpado for reincidente, o valor da multa dobra. Em nota, o Denatran afirmou que “o objetivo das

mudanças é aumentar a segurança de motoristas e pedestres e das infraestruturas urbanas numa combinação

de medidas que inclui a cooperação nacional, a partilha de boas práticas, a realização de estudos de

investigação, a organização de campanhas de sensibilização e a adoção de regulamentação”.

 

“O objetivo maior deve ser sempre o de incentivar os motoristas a conduzirem os veículos de forma mais

segura” concluiu o Sr. Junio Depieri – Consultor em Segurança do Trabalho.

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